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10 coisas que aprendi quando viajei sozinho.

Viajei Sozinho
Escrito por Antonio JR

10 coisas que aprendi quando viajei sozinho.

Em 2006 resolvi que queria sair do Brasil e fazer a tão esperada primeira viagem internacional. Como este era somente o meu pensamento foi impossível encontrar alguém que curtisse a ideia e pudesse entrar comigo nessa jornada.

Foram 50 dias na Europa. Aproveitei para ficar 30 dias em uma cidade do interior da Inglaterra e fazer um intensivo de inglês. A cidade escolhida foi Bournemouth (se quiser ver nosso post sobre esta cidade clique aqui). Foram 30 dias sozinho em um país distante com um idioma totalmente diferente e costumes que completavam e provavam a minha teoria de que eu estava realmente como um peixe fora d´água.

Após este período, foram 20 dias rodando em apenas três cidades: Londres, Berlim e Paris. Queria conhecer mais a fundo cada uma delas e por isso não fiquei migrando de cidade a todo momento. Na época já entendia o que depois se tornou meu lema. Mais qualidade nas minhas andanças e não quantidade.

Tudo isso feito sozinho. Não dominava (não domino ainda! rs) o idioma, seria minha primeira vez fora do Brasil e mesmo assim planejei tudo sozinho. Deixei a família que não concordava muito comigo mesmo eu já tendo mais de 30, minha namorada da época, amigos e as coisas pelo qual tinha e tenho apreço.

Uma experiência única pois enxerguei e entendi algumas coisas que até então nem passava pela minha cabeça. Por isso resolvi escrever sobre isso. Adoro números exatos. Acho que é TOC (transtorno obsessivo compulsivo)! Podia numerar 13, 17 ou 23 itens mas como adoro números exatos vou focar em dez. Desta forma esta lista vai somente os itens que realmente representaram um aprendizado na minha vida. São eles:

1 – O mundo é desconhecido e por isso muito atraente. Temos uma gana por conhecê-lo mas nossos valores foram construídos em casa. Ela me fez muita falta!

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2 – Não me arrependo e faria de novo. Acho que sozinho pensamos mais em cada atitude que temos. Na estrada foi assim. Uma espécie de feedback a todo momento. Ajudou a me posicionar melhor sobre o que é mundo.

3 – Não deixei de curtir porque estava sozinho. Fiz o que quis e quando quis. Entendi que existe uma relação muito grande entre o que você faz e o que você aprende.

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4 – Criei novos amigos confidentes. Minha mochila foi o principal deles.

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5 – Estar sozinho nos faz aprender muito. Ser mais confiante, mais sociável, mais prudente e ainda por cima entender que você é o único responsável pelas coisas que lhe acontecem de errado!

6 – Ao contrário do que muitos pensam, ser brasileiro só me abriram as portas. Por onde passei, estar com uma camiseta da seleção brasileira era como se eu apresentasse meu cartão de visita.

7 – Entender que há muitas diferenças entre culturas me deixou menos radical nas minhas convicções.

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8 – Comprovei que sou muuuuito fã de Pão de Queijo. Não conseguiria viver sem!

9 – Um (a) parceiro (a) de viagem faz falta. Fazer aquela resenha no final de um dia/noite do tão agradável que foi o dia ou rir de um perrengue daqueles, fez falta. Ótimo viajar sozinho mas com uma boa cia é melhor ainda.

10 – E por último é sobre a sensação de voltar pra casa. Por mais excelente que tenha sido a viagem, voltar dela e rever todos é uma sensação inigualável. Damos mais valor ainda àqueles que nos querem bem e que nos fazem falta!

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Sobre o autor

Antonio JR

Sou um amante da natureza e de esportes outdoor. Corredor de montanha, sou um aficionado por trilhas e terrenos acidentados. Tenho um carinho por tudo que envolve arte e a música é outra atividade que me libera endorfina. Um apaixonado pelo mundo, acredito no poder transformador de cada viagem e com elas adquiro vivência e experiência para minha vida.

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